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NRF 2026: tendências da inteligência artificial para varejo

Time Suri by Chatbot Maker
26/1/2026

The Next Now: os principais aprendizados da NRF 2026 para o varejo

Com o tema “The Next Now”, a NRF 2026 reforçou que o “amanhã” virou decisão de hoje e que modelos tradicionais, baseados apenas em navegação, canais isolados e processos manuais, já não sustentam crescimento.

Ao longo do evento, dois movimentos se destacaram de forma consistente. O primeiro foi a consolidação da inteligência artificial no varejo como estratégia, com soluções já rodando em produção e entregando ganhos reais de eficiência, conversão e rentabilidade. 

O segundo foi a centralidade absoluta do consumidor, agora atendido por experiências conversacionais, data driven e omnichannel, em que a jornada deixa de ser fragmentada.

Nesse contexto, conceitos como conversational commerce e agentic commerce ganharam protagonismo. Essas transformações ajudam a explicar por que o WhatsApp commerce se consolida como um dos principais pilares do novo varejo. 

Cada vez mais, vender pelo chat significa unir atendimento, IA, checkout conversacional e pagamentos no mesmo fluxo, eliminando fricções e acelerando a decisão de compra.

Neste artigo, reunimos os principais insights da NRF 2026. Continue a leitura para saber mais.

O que foi a NRF 2026?

A NRF 2026, organizada pela National Retail Federation, consolidou mais uma vez seu papel como o principal termômetro global do varejo. Realizada em Nova York entre os dias 11 e 13 de janeiro, a edição reuniu mais de 40 mil participantes, 5 mil marcas, representantes de cerca de 100 países e mais de 1.000 expositores. Isso reforça sua posição como o maior e mais influente evento do setor. 

Mais do que apresentar tendências, a NRF se firmou como um espaço onde decisões estratégicas são discutidas, validadas e, muitas vezes, antecipadas.

Com o tema “The Next Now”, a NRF 2026 trouxe uma provocação direta ao mercado: o futuro do varejo não é mais um exercício de planejamento de longo prazo, ele já está em execução. Em painéis, keynotes e demonstrações práticas, ficou claro que tecnologias como inteligência artificial, automação, dados em tempo real e experiências conversacionais deixaram de ser apostas experimentais e passaram a sustentar operações reais, com métricas claras de eficiência, conversão e rentabilidade. Ou seja, o evento mostrou um varejo mais focado em resultados concretos.

Entender o que é a NRF e acompanhar seus principais insights é essencial porque o evento antecipa movimentos que tendem a se espalhar rapidamente pelo mercado global. Em 2026, a mensagem foi clara: o varejo entra em uma nova fase, orientada por dados, integrada de ponta a ponta e cada vez mais baseada em experiências digitais e conversacionais.

“The Next Now”: por que o varejo entrou em um novo paradigma

O tema “The Next Now”, escolhido pela NRF 2026, sintetiza com precisão o momento vivido pelo varejo global. Mudanças que antes eram tratadas como tendências de médio ou longo prazo passaram a impactar diretamente as decisões do dia a dia das empresas. Em muitos casos, insistir em modelos tradicionais deixou de ser uma escolha conservadora e passou a representar um risco competitivo real.

Esse novo paradigma nasce da convergência de três forças principais:

  1. mudança no comportamento do consumidor;
  2. maturidade tecnológica; e
  3. pressão por eficiência e rentabilidade.

O consumidor atual é digital, impaciente e orientado por conveniência. Ele espera respostas rápidas, experiências personalizadas e jornadas sem fricção. Ao mesmo tempo, tecnologias como inteligência artificial e automação alcançaram um nível de maturidade que permite aplicação em larga escala, com impacto mensurável sobre vendas, custos e produtividade. 

A combinação desses fatores torna inviável continuar operando com processos fragmentados, decisões intuitivas ou canais que não conversam entre si.

Outro ponto central desse novo paradigma é a mudança de mentalidade em relação à inovação. O mercado demonstrou menos interesse em testes desconectados da realidade e mais foco em robustez, escalabilidade e retorno sobre investimento

Soluções apresentadas na NRF 2026 priorizaram integração, segurança e capacidade de gerar valor rapidamente. O varejo não busca mais ferramentas pontuais que resolvem apenas partes do problema.

Por fim, “The Next Now” também representa uma mudança cultural. O varejo passa a operar de forma mais proativa e adaptativa. Ele antecipa as necessidades do consumidor e ajusta sua estratégia em tempo real com base em dados. Experiências mais fluidas, jornadas conversacionais e redução de atrito se tornam expectativas básicas.

A ascensão do conversational commerce

Um dos sinais mais claros do novo paradigma apresentado na NRF 2026 foi a mudança no modelo de interação entre consumidores e marcas. A lógica tradicional baseada em busca, navegação e filtros começa a perder protagonismo diante de um comportamento mais direto e intencional. Em vez de “procurar” produtos, o consumidor passa a conversar com as marcas e descreve o que deseja, suas preferências, restrições e contexto. Esse movimento marca a ascensão do conversational commerce como um dos pilares do futuro do varejo.

Essa transformação é impulsionada por dois fatores principais. De um lado, a popularização de interfaces conversacionais, como chats, que reduzem o esforço do consumidor ao longo da jornada. Do outro, a evolução da inteligência artificial, capaz de interpretar linguagem natural, entender contexto e responder de forma cada vez mais precisa e personalizada.

No centro dessa mudança está o WhatsApp commerce, que se consolida como o principal canal de vendas conversacionais em mercados como o Brasil. 

As vendas no WhatsApp passam a englobar toda a jornada: descoberta, recomendação, negociação e decisão de compra. Com o apoio da IA no WhatsApp, empresas conseguem escalar conversas, personalizar ofertas e aumentar a eficiência comercial, criando experiências que combinam proximidade, agilidade e relevância.

Agentic Commerce: quando agentes de IA passam a conduzir a jornada

Entre os conceitos mais discutidos na NRF 2026, o agentic commerce se destacou como um dos sinais mais claros da evolução do varejo digital. Esse modelo coloca agentes de IA no centro da jornada de compra. Eles atuam de forma ativa, entendem a intenção, contexto e objetivos do consumidor para conduzi-lo de maneira personalizada ao longo de toda a experiência, do primeiro contato à finalização da compra.

No agentic commerce, a IA recomenda produtos, compara opções, esclarece dúvidas, ajusta a conversa conforme o comportamento do cliente e antecipa necessidades, sempre com base em dados e regras de negócio. 

Isso cria uma experiência mais fluida e natural, em que o consumidor não precisa navegar por múltiplas telas ou repetir informações. A jornada se torna progressiva, contextual e orientada à resolução, reduzindo fricções e acelerando a decisão de compra.

Checkout conversacional e pagamentos no WhatsApp

À medida que o WhatsApp se consolida como canal central do comércio conversacional, o pagamento deixa de ser uma etapa final isolada e passa a fazer parte da própria conversa. Um dos grandes gargalos das vendas no WhatsApp ainda está no momento do checkout: links manuais, envio de Pix fora do fluxo, falta de confirmação automática e pouca visibilidade sobre quem pagou ou desistiu. 

A NRF 2026 reforçou que reduzir esse atrito é essencial para aumentar a conversão. É nesse ponto que o checkout conversacional ganha protagonismo.

O checkout no WhatsApp permite que o cliente finalize a compra sem sair do chat, com o contexto da conversa e sem rupturas na jornada. Em vez de redirecionamentos para páginas externas, o consumidor recebe opções claras de pagamento e conclui a transação de forma simples e segura. 

Esse modelo impacta diretamente indicadores-chave do varejo, como taxa de conversão, tempo de fechamento e recuperação de carrinho, além de melhorar a experiência do cliente.

Para que essa jornada funcione de forma escalável, é fundamental integrar diferentes formas de pagamento no WhatsApp. Pix, pagamento com cartão de crédito, débito precisam operar dentro de um fluxo único, com confirmação automática e integração ao pedido. 

Saber como receber pagamento pelo WhatsApp passo, incluindo como receber Pix e cartão no WhatsApp, torna-se uma competência estratégica para empresas que desejam vender mais pelo canal sem perder controle financeiro e operacional.

Nesse cenário, um gateway de pagamento para e-commerce integrado ao WhatsApp viabiliza o checkout no WhatsApp para e-commerce. Ao unir checkout conversacional, IA e meios de pagamento no mesmo ambiente, o varejo cria uma experiência na qual o consumidor decide e paga no mesmo fluxo de conversa.

Case na prática: Pague Menos e a IA no WhatsApp aplicada ao novo varejo

Embora não seja um case apresentado oficialmente na NRF 2026, a experiência da Pague Menos com IA no WhatsApp, em parceria com a Suri, exemplifica de forma concreta os conceitos discutidos no evento.

Confira: Pague Menos aumenta vendas com pagamentos automatizados pelo WhatsApp

O desafio da operação era comum a muitos varejistas: altos índices de abandono de carrinho e perda de vendas no momento mais crítico da jornada. 

Para enfrentar esse cenário, a Pague Menos adotou uma estratégia de vendas no WhatsApp com inteligência artificial, com agentes de IA capazes de retomar a conversa com clientes que haviam demonstrado intenção de compra, entender objeções e conduzir o consumidor de volta à decisão de forma personalizada e contextual. 

Em vez de mensagens genéricas, a abordagem conversacional respeita o histórico, o momento e o perfil de cada cliente.

A operação alcançou 30% de conversão na recuperação de carrinho via WhatsApp, um indicador expressivo que evidencia como a combinação de IA no WhatsApp e conversa contextual pode transformar desempenho comercial.

Conclusão

A NRF 2026 mostrou que tecnologias como inteligência artificial, experiências conversacionais e modelos orientados por dados não são mais apostas futuras, mas pilares operacionais para quem deseja manter relevância e competitividade. Adiar decisões, manter processos fragmentados ou tratar inovação como experimento isolado tornou-se um risco em um mercado cada vez mais dinâmico.

Diante desse cenário, o varejo precisa agir em três frentes principais. 

A primeira é colocar a conversa no centro da jornada, com estratégias de conversational commerce e fortalecer canais como o WhatsApp, onde a intenção de compra se manifesta de forma clara. 

A segunda é integrar IA no varejo de maneira transversal, conectando atendimento, vendas, checkout e pagamentos em fluxos contínuos. 

Por fim, é essencial operar de forma data driven, com dados gerados nas interações para tomar decisões mais rápidas, precisas e orientadas a resultado.

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